Rômulo Freire: Cinco anos de saudades

Rômulo Freire: Cinco anos de saudades

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O dia 17 de julho de 2011 não pode ser esquecido. De lá pra cá ja se passaram 5 anos. No fim de semana, estive em viagem de trabalho e sempre que pego a estrada, faço o que gosto (comunicar) é impossível não lembrar dele e não sentir sua presença comigo e imagina-lo ali junto. Percorremos 2000km, transmitimos o jogo Itabaiana x Potiguar, vivemos bons e momentos tensos. Deus é tão bom que sempre me ocupa muito, quando tento sofrer, chorar ou entristecer. Saudades do meu pai, amigo, parceiro e incentivador. Cinco anos doloridos, mas que ensinam e nos fortalecem muito.

Cinco anos de saudades, sem o Rômulo Freire por perto, mesmo que por um telefonema ou curtida no Facebook, aliás, ele curtia tudo, comentava e até poemas estava declamando nos seus últimos dias. Sei que em tudo que façamos, eu, Mila, Davi e Laura, e minha mãe (Mag Sodré), tem um toque e ensino seu. Demorei a escrever porque me falta forças. Nossos primos, tios, irmãos e parentes se reuniram em Natal, como o senhor sempre sonhara e pensara. Mainha esteve lá nos representando e tenho certeza que curtiu demais por nós.

O amor, a gratidão e as saudades nunca irão cessar, mas tenho a certeza que estás bem melhor do que nós, nos orientando, iluminando, servindo e vigiando. Curtindo seus netos, que tanto sonhou de onde estiver. Nunca será pouco agradecer ao senhor por tudo sempre. Obrigado. Que eu consiga ser forte e seguir em frente, passando aos meninos (Davi e Laura) tudo que me ensinaste e me forjaste. Que eu seja o Espelho do espelho que o senhor sempre foi. Deus sabe e pode tudo e que sejamos felizes, amigos, unidos, família e fiel servidor. Senta à Pua. Beijo grande do filho e aprendiz.

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